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Considerada por muitos como uma das belas cidades do mundo, Sydney desvenda-se perante os olhares curiosos dos visitantes como um local atraente, vivo e alegre. Os seus habitantes consideram-na o melhor sítio para se viver, verdade que nenhum turista se atreve a pôr em questão! Descoberta pelo capitão James Cook, no século XVIII, começou por ser uma colónia penal britânica. Hoje conta nas suas ruas, avenidas, jardins, arranha-céus, praias baías e pontes, histórias de sucesso e gente feliz.

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Colonizada por delinquentes britânicos, Sydney cresceu com uma elegância desconcertante, dada a proveniência dos seus pioneiros, mas revela uma abertura e uma tolerância cujas origens se podem aí adivinhar, integrando calorosamente qualquer viajante no rodopio do seu quotidiano.

Situada na costa do Pacífico, a capital australiana transformou-se nas últimas décadas numa cidade cosmopolita, de avenidas largas e passeios espaçosos, plena de design cafes e edifícios admiráveis de que são exemplo o Sydney Aquarium, o Australian National Maritime Museum, a célebre Opera House e o espectacular Powerhouse Museum. O seu principal atractivo continua a ser, no entanto, Port Jackson, talvez o mais belo porto do mundo, construído nos anos 20. Com cerca de 20 quilómetros de extensão, aco-lhe penhascos dramáticos, ilhas rochosas, baías e praias de rara beleza. Diz-se mesmo que não se pode morrer sem ter usufruído destas vistas.

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Localidade mais antiga da Austrália, Sydney foi originariamente casa do povo aborígene, antes dos britânicos começarem a chegar à ilha-continente.
Debruçada e desenvolvida em redor da baía – Sydney Harbour -, convive e desfruta de uma situação geográfica privilegiada e de um clima abençoado. Sydney cresceu e prosperou nos últimos 60 anos. Os antigos edifícios de estilo georgiano e vitoriano dão lugar a uma arquitectura moderna, transparente e luminosa. É uma cidade feita de grandes contrastes urbanísticos e paisagísticos. Prolonga-se pela surpreendente ponte de ferro, Harbour Bridge, construída nos anos 30, e estende-se em mais de 100 km, com as montanhas e o Pacífico como cenário de fundo. Um primeiro olhar vai direitinho para a beleza incontestável da Sydney Opera House. É a jóia arquitectónica da cidade. Desenhada pelo arquitecto dinamarquês Joern Utzon, nos anos 50, foi inaugurada pela rainha Isabel II em 1973. Já o bairro histórico The Rocks, situado entre a velha ponte e a City, foi restaurado nos anos 70, velhos edifícios e entrepostos deram lugar a museus, galerias e lojas, a restaurantes, esplanadas e pubs típicos, tornando-o num dos locais mais agradáveis para o turista. Nos seus restaurantes predominam as famosas ementas de peixe, pois os frutos do mar e, sobretudo, as ostras, constituem uma das grandes especialidades desta magnífica cidade.
Descobrir esta cidade e seus arredores pode durar no mínimo cinco dias ou uma vida, pois Sydney é uma cidade nova, jovem e feliz.

No início do século XIX existiam apenas duas pequenas colónias em todo o território australiano: Sydney Cove e ilha de Norfolk. A descoberta de ouro, em meados do século, a 200 km de Sydney, foi causa de êxodo de esperançosos mineiros. Mas, apesar do facto de a população de Sydney praticamente ter duplicado, esta corrida desenfreada deu origem à grande cidade de Melbourne, a maior do país, assim permanecendo até à depressão económica de 1890. Na década de 1920 o país-continente continuou a crescer até que a Grande Depressão o atingiu de tal forma que, em 1931, quase um terço da população estava desempregada. No ano seguinte, a economia começou a dar sinais de recuperação, o que ficou demonstrado com a abertura da Ponte do Porto, em Sydney.
Durante a década de 1970 as mudanças políticas influenciaram o crescimento da cidade. Com o boom económico dos anos 1980 Sydney floresceu: foi a época da construção de inúmeros arranha-céus. O culminar da história recente da cidade foi, sem qualquer margem para dúvidas, a sua eleição para palco dos últimos Jogos Olímpicos do milénio, em 2000.

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Com um clima abençoado, Sydney acolhe como poucas cidades durante todo o ano. Com as estações climatéricas bem definidas apresenta quentes Verões e frescos Invernos, além de chuva, dentro dos parâmetros normais, durante todo o ano. De notar que Janeiro é o pico do Verão.
Balões de ar quente voam sobre Camden Valley. Para oeste deslumbra-se a beleza das Blue Montains e para este, Sydney. Num helicóptero que sobrevoa o porto e a praia Bondi, podem sentir-se fortes emoções. Em terra firme porque não visitar o Royal Botanic Gardens, a mais antiga instituição científica da Austrália e um dos locais preferidos dos habitantes da cidade para relaxar ao fim-de-semana, seja num saudável jogo de futebol ou num divertido piquenique.
Em Sydney anda-se bem a pé, mas para quem pretenda não cansar muito as pernas pode optar pelo eléctrico, o bus ou então o sempre cómodo e rápido taxi. Se gosta de andar de bicicleta é uma boa altura para desenferrujar.

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